Resumo
As quebras do aparelho de Herbst que podem surgir durante o tratamento da má oclusão de Classe II são preocupantes. Da mesma forma que as quebras com os aparelhos fixos geram compromissos adicionais para os pacientes, além do desconforto associado, incluindo também perda de horas de trabalho e tempo. Isso tudo gera custos financeiros adicionais para o consultório e/ou para o paciente e seus responsáveis. A literatura tem mostrado que, independente do desenho do aparelho utlizado, as chances de surgirem complicações durante a utilização do aparelho de Herbst são grandes. Entretanto, isso não deveria desestimular o clínico a utilizar esse tipo de aparelho, pois ele é o aparelho mais eficiente para a correção da Classe com retrognatismo mandibular. O objetivo deste artigo é descrever as principais complicações clínicas observadas com dois tipos de aparelho de Herbst, com cantilever e com splint removível inferior, e sugerir as possíveis soluções para cada situação. As complicações foram classificadas de acordo com o grau de complexidade, em simples e complexas. Após a descrição das complicações e das suas soluções, concluiu-se que é comum a ocorrência de alguma complicação durante o tratamento com o aparelho de Herbst. Sendo assim, o clínico deve estar apto a resolvê-la. Para diminuir as complicações, o aparelho deve ser construído com coroas de aço usando um sistema telescópico sem parafusos. Do ponto de vista clínico, o aparelho de Herbst com cantilever apresenta mais vantagens do que com o splint removível inferior durante a correção da Classe II.
Descritores: Má oclusão de Classe II, Herbst, complicações, sistema telescópico
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