Durante muitos anos, após o diagnóstico de que um dente se encontrava condenado na cavidade oral, o
mesmo era removido e nenhum material colocado no alvéolo, de modo que após o período entre 2 a 6 meses
procedia-se a uma avaliação clínica e tomográfica da região e, na maioria das vezes, evidenciava-se a necessidade
de uma reconstrução óssea, para posterior colocação do implante dentário1,2 (Figuras 1 a 5).
No entanto, nos últimos anos, houve uma mudança drástica nesse paradigma, de modo que a implantação
imediata passou a ser reportada na literatura como a melhor forma de tratamento3,4.
Diversos estudos apontam que a colocação imediata do implante tem a capacidade de preservar as dimensões
do alvéolo e manter os tecidos moles em posição, além de diminuir a morbidade e o tempo de tratamento
do paciente1,4.
Entretanto, para atingir tais resultados, é necessária indicação criteriosa dos implantes imediatos, bem
como execução da técnica de forma precisa5. Nesse sentido, apresenta-se a seguir um caso clínico que demonstra
a forma como nosso grupo realiza tais tratamentos.
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