Dando continuidade ao artigo da edição anterior, abordarei a avaliação e interpretação do pulso e
pressão arterial (PA) ainda no exame físico geral do paciente.
Na prática odontológica é comum atendermos pacientes hipertensos assintomáticos que desconhecem sua condição, colocando o tratamento em risco. Eles o fazem na maioria das vezes sem intenção,
pois acreditam que por não sentirem dor de cabeça, dores ou mal estar estão livres de doenças. O grande
problema na hipertensão é o caráter assintomático da enfermidade, pois somente em alguns casos há
queixa de cefaleia, mas é a exceção.
O pulso é utilizado no processo da tomada da pressão arterial, e ainda fornece outras informações
vitais ao profissional. Não é a toa que pulso e pressão arterial são considerados sinais vitais, juntamente
com temperatura e respiração. O primeiro passo é a determinação do pulso arterial.
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