Resumo
Este estudo objetivou prever o melhor momento do crescimento
crânio-facial e instituir a terapia mais apropriada para
cada caso, seja ela ortodôntica ou ortopédica. É um desafio
que vem sendo superado pelos profissionais da Odontologia
após a introdução do método de avaliação da idade esquelética
através da visualização das vértebras cervicais, utilizando
a telerradiografia em norma lateral. Assim, o presente estudo
teve o objetivo de avaliar a relação entre o padrão II facial e
as fases de maturação óssea das vértebras cervicais C2, C3 e
C4, em indivíduos dos sexos masculino e feminino, apresentando
padrão II facial, com idades entre 8 e 13 anos, e nas
diferentes fases de maturação óssea das vértebras cervicais. A
amostra foi formada por 29 telerradiografias em norma lateral
de indivíduos sem prévio tratamento ortodôntico ou ortopédico
facial. Os resultados mostraram que a discrepância entre
os arcos (ANB) é maior quando a fase de maturação óssea das
vértebras cervicais é mais precoce, e as demais medidas analisadas
(AFAI, CoA, CoGn e SN.GoM) apresentaram variação,
atingindo seu valor máximo na fase 6 (finalização). Diante
do exposto, conclui-se que, das medidas estudadas, apenas
o ângulo da discrepância maxilomandibular (ANB) diminui à
proporção que as fases de maturação das vértebras cervicais
avançam em direção à finalização.
Descritores: Maturação cervical, vértebras cervicais, Padrão
II.
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Informações Gerais
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Lifting facial com fios de polidioxanona espiculados (PDO) em paciente com assimetria facial
Protração maxilar ancorada em miniplacas na fissura labiopalatina – do diagnóstico à maturidade esquelética
Harmonizando face e sorriso
Reparação óssea no implante dental
Utilização da toxina botulínica no controle da disfunção temporomandibular muscular – relato de caso 





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