Resumo
Falha estética é uma das principais causas de substituição de restaurações. Uma boa combinação entre a cor do dente e a cor do material após sua ativação é um fator clínico importante para um resultado clínico satisfatório. Contudo, essa combinação deve se manter por
toda vida útil da restauração. Este trabalho teve por objetivo avaliar, in vitro, a estabilidade de
cor de um compósito fotoativado por uma fonte ativadora halógena e um diodo emissor de
luz. Foram confeccionados 10 corpos de prova de resina composta micro-híbrida na cor A2
para cada aparelho, no formato de discos com 2,1 cm de diâmetro e 2,0 mm de espessura;
a partir de uma matriz de teflon e aço inox planejada para produzir tais espécimes. Os espécimes foram confeccionados por um único operador e após polimerizados foram acabados,
polidos em uma politrix metalográfica com lixas de diferentes granulometrias e discos de feltro
associados à pasta de polimento respectivamente. A estabilidade de cor, variação entre a cor
inicial e final, foi mensurada de acordo com o sistema CIE L*a*b* em um espectrofotômetro
para avaliação inicial de cor e após 07 dias de imersão em café a uma temperatura de 37ºC.
Os resultados obtidos foram analisados por ANOVA e Bonferroni com 5% de significância.
De acordo com os resultados obtidos, os autores concluíram que existiu alteração cromática
clinicamente perceptível e que não existiu diferença estatística significativa de estabilidade de
cor entre os aparelhos quando o compósito foi imerso em café.
Descritores: Cor, resinas compostas, estética dentária.
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