Aparelhos de avanço mandibular são considerados efetivos para o tratamento da Síndrome da
Apneia Obstrutiva do Sono, e seu uso pode ser descontinuado mediante a persistência de efeitos
colaterais relatados após as primeiras noites. O objetivo desse estudo foi analisar a tolerância inicial
ao tratamento com um aparelho-teste que existe em versões comparativas (A-TEST). Após
diagnóstico médico, foram encaminhados para tratamento com aparelhos orais 75 pacientes roncadores
e/ou apneicos, com idade média de 50,1 (±11,3) anos. Todos os voluntários receberam o
A-TEST em modelos supostamente mais indicados à situação clínica de cada indivíduo (Grupo 1
– duas peças / n=62; Grupo 2: monobloco / n=13). Num prazo de 14 dias pós-instalação, todos os
pacientes responderam a um questionário de primeiras impressões. A avaliação dos relatos, em
função do tipo de aparelho, foi realizada pelo teste Exato de Fisher/Qui-Quadrado, após análise
de Tabelas de distribuição de frequências. Em ambos os grupos, as impressões pessoais quanto
aos efeitos adversos iniciais foram semelhantes (p>0,05), contudo 30,8% (n=4) dos voluntários
do grupo 2 e apenas 8,1% (n=5) do grupo 1 queixaram-se de dor na gengiva e/ou mucosas (teste
Exato de Fisher, p=0,0431). O desconforto dentário foi relevante na amostra, independentemente
do tipo de dispositivo testado. Os aparelhos avaliados apresentaram aceitação semelhante, com
menor tolerância aos monoblocos que se estendem por gengiva ou mucosas.
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