O objetivo deste estudo piloto foi avaliar e comparar
os efeitos dentários, esqueléticos e nos
tecidos moles de três aparelhos distalizadores
intrabucais, a saber: Jones Jig, Pêndulo e Distal
Jet. Foram selecionados 18 pacientes portadores
de má oclusão de classe II dentária, com idade
variável de 12,1 a 14,4 anos e divididos, randomicamente,
em três grupos de 6 indivíduos.
Cada grupo foi tratado com um dos aparelhos
acima citados. Cefalogramas pré e pós-tratamento
foram obtidos e as diferenças das medidas
dentárias, esqueléticas e de tecidos moles
foram analisadas pelo teste de Wilcoxon. Houve
inclinação distal de coroa dos primeiros molares
superiores com significância estatística (p<
0,05) para o uso do Jones Jig (8,2º) e do Pêndulo
(9,7º). Movimento distal efetivo dos primeiros
e segundos molares, 3,3mm e 2,2mm, respectivamente,
com significância estatística (p< 0,05)
– foi observado apenas para o Distal Jet. Não
houve movimento vertical dos molares nem movimento
mesial dos pré-molares para nenhum
dos três aparelhos. Da mesma forma, alterações
esqueléticas e nos tecidos moles não apresentaram
significância estatística. Entre os aparelhos
testados, o Distal Jet foi o mais eficiente para
corrigir a má oclusão de classe II dentária com a
distalização efetiva dos primeiros molares superiores
através do movimento de translação.
Descritores: Má oclusão de classe II, aparelhos
distalizadores intrabucais, Jones Jig, Pêndulo,
Distal Jet.
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