A verticalização de molares inferiores é indicada quando ocorre inclinação mesial dos
segundos molares atribuída à ausência do primeiro molar. Existem inúmeras metodologias
para realização de tal movimento. O objetivo do estudo foi analisar e comparar in vitro, por
meio de fotoelasticidade a distribuição de tensões nos segundos molares inferiores geradas
por diferentes métodos de verticalização com aplicação de diferentes cargas. Foi avaliado
um modelo confeccionado em resina flexível com a mecânica de cantiléver. Foram utilizadas
forças de 50 gf, 100 gf, 150 gf, 200 gf, 250 gf e 300 gf. As regiões do segundo molar selecionadas para avaliação foram: mesial da raiz cervical, apical da raiz mesial, cervical da raiz distal
e apical da raiz distal. A resultante das forças aplicadas foi aferida por meio da quantificação
das franjas isocromáticas. Os valores de franjas foram descritos com uso de média e desvio padrão e verificada a concordância/reprodutibilidade entre as avaliações com uso do coeficiente
de correlação intraclasse com os respectivos intervalos com 95% de confiança e calculadas
as medidas de repetibilidade. Utilizando-se o cantiléver, as maiores tensões localizaram-se
na região cervical mesial, seguidas de apical da raiz mesial e região cervical distal. Não foram
detectadas tensões na apical da raiz distal. A aplicação de forças acima de 100 gf apresentou
grandes áreas de tensões nas regiões cervical e apical da raiz mesial.
Descritores: Biomecânica, elasticidade, análise do estresse dentário, movimentação dentária
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