Resumo
O objetivo deste trabalho foi verificar in vitro a adesão de Candida albicans às superfícies de resina acrílica quimicamente ativada e liga de cobalto cromo. Foram confeccionados
vinte e sete corpos de prova em forma retangular de três tipos: um grupo de resina acrílica
termicamente ativada (n=9), um grupo de cobalto cromo (n=9) e um grupo com metade de
sua extensão composta por resina acrílica termicamente ativada e metade por liga de cobalto cromo (n=9). Dois mililitros da cultura de Candida albicans foram adicionados em trinta
poços de duas placas para cultura de células. Os corpos de prova foram imersos na posição
vertical, individualmente, em cada poço contendo cultura de Candida albicans e mantidos
em incubação por 48 horas. Após este período, foram obtidas diluições seriadas da cultura
que foram semeadas em placa contendo ágar Sabouraud (em duplicata), incubadas a 37o C
por 48h e as unidades formadoras de colônias contadas. Os corpos de prova foram removidos e passados em solução fisiológica (NaCl 0,9%) esterilizada contendo pérolas de vidro
que foram agitadas em agitador de tubos Vortex por 1 minuto, após agitação alíquotas de
0,1mL e diluições decimais foram dispensadas em placas de petri contendo ágar Sabouraud.
As placas foram incubadas a 370
C por 48h. Após o crescimento, as unidades formadoras de
colônias por placa foram contadas e as UFC/mL calculadas. Concluíram que leveduras da
espécie Candida albicans colonizam resina acrílica e liga metálica em cobalto cromo in vitro
e que a liga metálica em cobalto cromo foi mais colonizada por Candida albicans quando
comparada à resina acrílica.
Descritores: Candida albicans, resina acrílica, liga em cobalto cromo, aderência
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