Uma forma sistematicamente anormal de respirar desencadeia uma sucessão de eventos que prejudicam a criança em desenvolvimento e o adulto em suas atividades habituais. O reconhecimento da obstrução das vias aéreas e da conseqüente respiração bucal de suplência é fundamental para o tratamento precoce e remoção das causas e dos possíveis efeitos nocivos. Vários fatores etiológicos podem converter a respiração nasal em bucal, sendo o mais comum a hipertrofia da adenóide. O objetivo do presente estudo foi discutir as conseqüências da respiração bucal, de que maneira a adenóide se desenvolve na nasofaringe em crescimento e quais meios estão à disposição do clínico para diagnosticar sua hipertrofia. Apesar do médico otorrinolaringologista estar mais qualificado para diagnosticar e tratar as desordens respiratórias, o ortodontista não deve ser omisso em relação a esse assunto, pois é ele o profissional que irá tratar dos problemas dentofaciais resultantes.






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