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A versatilidade do uso da tuberosidade maxilar para pequenas reconstruções teciduais na Implantodontia


R$56,00

  Perguntas e Respostas

As alterações alveolares após a exodontia de um elemento dental desafiam a Implantodontia
na busca por técnicas e materiais que devolvam ao rebordo alveolar os tecidos perdidos
com previsibilidade e menor morbidade ao paciente. Este relato de casos clínicos mostra a
instalação de implantes imediato ou tardio, associados ou não ao procedimento de carga
imediata utilizando o enxerto misto da tuberosidade maxilar como alternativa viável para essas
reconstruções, tendo como objetivo principal a redução do número de procedimentos cirúrgicos
e a previsibilidade no período pós operatório. O osso da tuberosidade maxilar é composto
por uma fina camada de osso cortical externo e medular interno que apresentam alta
capacidade de revascularização e integração à área receptora. A vantagem em se manter o
periósteo entre o enxerto corticomedular do túber e o tecido conjuntivo é conter a reabsorção
óssea periosteal na região cervical e melhorar a qualidade do tecido mole. A limitação do uso
da tuberosidade maxilar está relacionada a sua dimensão, que pode permitir a reconstrução
de um ou dois dentes por área doadora ou, em alguns casos, pode não haver área doadora
disponível. As características únicas da tuberosidade maxilar de fornecer osso corticomedular
e tecido conjuntivo subepitelial permitem a sua associação no enxerto misto de túber e mostra
grande versatilidade para a reconstrução dos tecidos duros e moles, permitindo técnicas refinadas
capazes de solucionar casos complexos em um único procedimento cirúrgico

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