Resumo
Trata-se de um estudo transversal conduzido em uma população de 308 crianças, entre 6
e 8 anos de idade, frequentadoras de uma escola municipal de Recife/PE. Objetivou-se identificar a influência de fatores sociodemográficos, práticas alimentares e de higiene oral e acesso
aos serviços de saúde bucal na gravidade da cárie dentária em crianças. Considerou-se como
gravidade de cárie ceo-d maior ou igual à média encontrada na amostra estudada (ceo-d ≥
3). A análise de regressão logística mostrou que crianças cujas mães tinham idade entre 20
e 30 anos, não receberam orientação sobre higiene bucal no pré-natal e apresentaram mais
de 10 dentes afetados por cárie tiveram uma chance de 2,0 a 2,5 vezes maior de apresentar
o índice ceo-d ≥ 3. As crianças que não tiveram a higiene bucal realizada após a ingestão de
leite industrializado/suco/chá no primeiro ano de vida e foi referido dor/sangramento/trauma
como motivo do primeiro atendimento odontológico tiveram chance de 2,0 e 3,0 vezes maior
de apresentar o desfecho de interesse, respectivamente. Assim, a gravidade de cárie na população estudada mostrou-se associada à idade e experiência de cárie materna, à ocorrência
de orientação sobre saúde oral do bebê durante o pré-natal, aos hábitos de higiene bucal
adotados no primeiro ano de vida e ao acesso da criança aos serviços odontológicos.
Descritores: Cárie dentária, higiene bucal, criança, saúde bucal, pobreza.
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Tratamento em duas fases do padrão ii com má oclusão de classe ii, divisão 1 por protrusão maxilar
Harmonizando face e sorriso 




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