O presente trabalho avaliou a influência da desinfecção química na estabilidade dimensional dos moldes de
alginato com o uso de glutaraldeído a 2% e hipoclorito de sódio a 1%, com o uso de técnicas de aspersão e
imersão em moldes de alginato. Foi confeccionado um modelo mestre em aço inoxidável, simulando dois pilares
preparados para coroa total de uma prótese parcial fixa, com pontos de referência gravados na superfície
oclusal e vestibular, obtendo assim a medida das distâncias interpilares. Foram confeccionados 40 corpos de
prova, divididos em 5 grupos, sendo um grupo controle e 4 grupos testes. Os resultados foram submetidos à
análise de variância em 2 critérios para avaliação de qual substância desinfetante, assim como qual técnica de
desinfecção, provocava a menor alteração dimensional. De acordo com os resultados, os grupos que apresentaram
menores alterações foram os que passaram pela técnica de aspersão. Quanto ao tipo de material
utilizado (glutaraldeído e hipoclorito de sódio), os resultados não apresentaram diferenças estatisticamente
significante na estabilidade dos moldes de alginato.
Descritores: Material de moldagem, desinfecção, modelo de gesso.
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